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Secretaria de Cultura do DF premia artistas que pesquisaram o Acervo do Teatro Dulcina

O Prêmio José Aparecido de Oliveira, promovido pela Secretaria de Cultura, foi entregue a três grupos que contribuíram para a preservação e manutenção de patrimônios históricos e culturais do Distrito Federal.

O Prêmio José Aparecido de Oliveira, promovido pela Secretaria de Cultura, foi entregue a três grupos que contribuíram para a preservação e manutenção de patrimônios históricos e culturais do Distrito Federal. As propostas contempladas foram:

“Água de Beber”, que realizou um curta interativo de realidade virtual no Museu do Catetinho, levando o espectador a vivenciar os primeiros dias da cidade, acompanhando os bastidores da composição de Água de beber, de Vinicius de Moraes e Tom Jobim;

O “Grupo de Pesquisa do acervo de Dulcina de Moraes”, que auxiliou na catalogação e preservação de um dos acervos mais importantes do teatro brasileiro.

“Projeto Educação Patrimonial BSB”, que visa fomentar o saber e o debate acerca do patrimônio, da cultura, da arquitetura e do urbanismo do Distrito Federal.

O maior acervo do teatro brasileiro pertence à atriz Dulcina de Moraes e está na sede da Fundação Brasileira de Teatro, em Brasília. Foi lá que, por um ano e meio, voluntárias e voluntários de diferentes campos de pesquisa contribuíram para que fosse realizado o inventário de quadros, fotos, documentos, figurinos e objetos que recontam a história do teatro da primeira metade do século XX.

Foram selecionadas três propostas como vencedoras do Prêmio José Aparecido de Oliveira, governador do DF à época em que Brasília foi tombada como Patrimônio Cultural. A cerimônia para enrtega da premiação foi realizada ontem em uma noite de gala no Teatro Plínio Marcos, no Eixo Cultural Ibero-americano.

A cerimônia contou com a Orquestra Filarmônica de Brasília e nos intervalos da premiação, poemas declamados pela atriz, poetiza e pesquisadora Cristiane Sobral geraram comoção no público. Com discursos emocionados, premiados e plateia celebraram as premiações. Josuel Junior foi o porta-voz do grupo que inventariou o acervo de Dulcina. No palco, as museólogas Desiree Calvis e Letícia Amarante estiveram acompanhadas da costureira Ana Maria da Silva. Na plateia, outros sete membros que contribuíram para o trabalho na Fundação Brasileira de Teatro fizeram coro para enaltecer o resgate e a salvaguarda do patrimônio cultural e artístico de Brasília.

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