Tumba la Catumba, grupo musical infantil, abre as cortinas do teatro para uma viagem do públicos através do universo das lendas e do folclore brasileiros, em um resgate das histórias e mistérios que, ainda hoje, povoam o imaginário popular. O Saci-Pererê, a Iara, o Boitatá e a Boiuna ganham vida no musical “Tumba La Catumba e o Sumiço da Pandeirola”, protagonizado por uma banda de personagens divertidos.

O espetáculo, em circulação pelo Centro-Oeste, desembarca no Teatro Plínio Marcos, da Funarte Brasília, para três imperdíveis apresentações dias 18 e 19 de maio a preços populares. A circulação acontece em razão do patrocínio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura do DF e tem realização do Grupo Depois das Cinco e Guinada Produções, gerando 30 empregos diretos.

Duas brasilienses, premiadas no teatro e no cinema, assinam a montagem. Miriam Virna, diretora e autora do texto, foi duas vezes vencedora do Prêmio SESC do Teatro Candango, e Maíra Carvalho, premiada no Festival de Cinema de Gramado, em 2015, com o Kikito de Melhor Direção de Arte, pelo filme “O Último Cine-Drive”.

A divertida trama do musical começa com o sumiço do instrumento considerado o ‘xodó do grupo’, uma Pandeirola. Surrupiada para o meio da floresta, feito que, segundo estória, “só pode ser coisa de Saci”. Saem em busca da Pandeirola, os divertidos e engraçados LobsbomElviraMonstralilicaEscamosoFrankstina e Zé Zumbi, personagens e integrantes da banda Tumba la Catumba.

A aventura pela mata os leva por momentos de fantasia e realidade, em torno dos fantásticos contos do folclore brasileiro. “O sonho e a fantasia têm o papel de tornar a vida mais bela, dar um respiro quanto a realidade. Nossa intenção é de que as lendas sejam vividas por cada um que esteja assistindo o espetáculo”, explica a diretora, Miriam Virna. Em um jogo de luz e sombra, os seres da floresta interagem com a banda, reforçando ainda mais a fantasia. “Utilizamos elementos do teatro de sombras para dar a dinâmica e o tom do imaginário em cima das lendas”, explica o cenógrafo Wiliam Ferreira.

Permeada por canções, compostas especialmente para o espetáculo, “Tumba La Catumba e o Sumiço da Pandeirola” leva o público a curtir ritmos que vão do rock ao bolero, passando pela guitarrada e o samba, tudo ao vivo, tocado e cantado pelos personagens. “Foi um processo coletivo de construção e composição realizado entre mim, Júlia Ferrari e Miriam Virna”, disse Mateus Ferrari, que assina também os arranjos. O figurino, criado porEduardo Barón, é colorido para contrastar e compor com harmonia o cenário e a projeção das sombras.

Serviço:

Musical “Tumba la Catumba em o Sumiço da Pandeirola”

Local: Teatro Plínio Marcos, da Funarte Brasília

Endereço: Eixo Monumental – Setor de Divulgação Cultural, entre a Torre de TV e o Clube do Choro

Dias e horários: 18 de maio, sábado, às 18h, e 19 de maio, domingo, às 15h e 18h

Ingressos: R$ 20 (inteira), e R$ 10 (meia para estudantes, professores e pessoas com mais de 60 anos de idade), à venda na bilheteria do teatro

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: Livre para todos os públicos

Informações: Guinada Produções (61) 9.8175-2621

Juliana Dracz
Jornalista

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