Liberdade e isolamento são temas de bate-papo com autor e atriz da peça A Valsa de Lili

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Juliana Dracz
Jornalista, fundadora e editora-chefe do A Brasília. Ama cachorros.

O isolamento, embora triste em primeiro momento, não deve ser uma situação de angústia: pode ser um lugar de autoconhecimento e aprendizado sobre as condições humanas. Um assunto que confronta parte dos brasileiros em tempos de quarentena,  também é o que permeia a comovente narrativa da peça A Valsa de Lili, que foi apresentada no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília neste mês. A atriz Debora Duboc e o autor Aimar Labaki convidam todo o público para um bate-papo pelo aplicativo Zoom neste sábado, às 16h. É possível acessar a sala pelo código de identificação 9747892386 ou através do link https://us04web.zoom.us/j/9747892386.

A peça é  inspirada no livro autobiográfico ‘Pulmão de Aço’, de Eliana Zagui (a Lili da vida real). A plateia é colocada cara a cara com essa personagem única, que está fisicamente paralisada, mas encontra-se intelectual e emocionalmente livre. “A luta de Lili para sobreviver em condições tão adversas, sem perder o humor e o amor, são a metáfora perfeita para os dias difíceis que vivemos”, completa o autor Aimar Labaki.

As duas Déboras, a atriz e a diretora, Débora Dubois, unem-se para contar a história dessa mulher extraordinária que sofre de paralisia e movimenta apenas a cabeça. Aimar Labaki constrói de forma delicada e emocionante a história de Lili, que, tanto em vida quanto na narrativa, vive numa UTI há quase quarenta anos, desde os 2 anos de idade, por conta de uma poliomielite mal diagnosticada.

“Lili vive em uma condição muito singular, mas seus questionamentos, medos e verdades são os mesmos de qualquer pessoa na sua idade: a necessidade de amar e ser amada, a relação com a morte, o que fazer da vida, como conseguir o sustento com o trabalho. Lili e seus amigos são uma prova viva da máxima de Sartre: o importante não é aquilo que fazem de nós, mas o que nós mesmos fazemos do que os outros fizeram de nós”, diz Débora Duboc.

A existência de Lili é uma escolha diária e uma inspiração para todos. A personagem diz:” Eu posso não mexer nada do pescoço para baixo, mas a minha alma nunca deixou de dançar. E como diz Suassuna: No meu entender o ser humano tem duas saídas para enfrentar o trágico da existência: O Sonho e o Riso”. Isso Lili tem de sobra.

Bate-papo com a atriz Debora Duboc e o autor Aimar Labaki

Sábado, 28, às 16h

App Zoom: https://us04web.zoom.us/j/9747892386

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