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Educação moderna abre caminhos para novas práticas

Os avanços tecnológicos, as necessidades sociais e as novas descobertas feitas na área da educação impactaram diretamente a forma de ensinar nos últimos anos. Os próprios alunos demandam e necessitam de estímulos diferentes. Nesse contexto, o conceito “Aprender Fazendo”, adotado pela SIS Swiss International School Brasília, situada na Asa Sul, vem ganhando cada vez mais importância quando se fala em processos de aprendizagem ativa (active learnning).

Durante muitos anos e ainda hoje, em algumas metodologias tradicionais de ensino, o exercício é passado ao aluno com uma única forma de resolução, muitas vezes, apontada pelo próprio professor. Nessa metodologia, as aulas tendem a ser expositivas e o aluno é apenas um receptor da informação. Em um processo de aprendizagem ativa, o aluno se engaja na aquisição do conhecimento e o professor exerce o papel de mentor.

“Ele deixa de ensinar respostas e passa a propor investigações, respeitando as ideias dos alunos, estimulando a curiosidade, criando o espírito de pesquisa e de aprendizagem colaborativa”, explica o diretor da SIS Brasília, Anderson Vidal, destacando que esse conceito permite ação e experimentação através de pesquisas, erros e acertos, ao mesmo tempo em que desenvolve habilidades importantes na criança.

O ponto inicial de uma proposta pedagógica orientada para uma aprendizagem ativa é desenvolver o gosto pela investigação, a curiosidade do aluno. Nesse sentido, a instituição explora a Abordagem Investigativa (Inquired Based Learning). Ela é a base para o sucesso de outras metodologias ativas, que também são usadas longo da jornada Escolar do aluno na SIS Brasília.

O processo da Abordagem Investigativa se inicia a partir de um questionamento central bem elaborado, pelo qual os alunos são convidados a criar hipóteses com seus conhecimentos prévios, discutir ideias em grupo e planejar metodologias de pesquisa. Nesse momento, eles exercitam sua comunicação, a capacidade de argumentação, o espírito crítico e de reflexão. A partir daí, então, executam, na prática, uma pesquisa orientada, que pode se dar através de entrevistas, estudos de campo, vídeos, dentre outras atividades que os levam a testar e investigar suas hipóteses e estratégias, estimulando a aprendizagem colaborativa. Ao final do processo, precisam registrar os aprendizados e conclusões para que possam recorrer às descobertas no futuro e conectá-las com novas pesquisas, como acontece no mundo real.

Outra metodologia ativa adotada pela SIS Brasília é a Aprendizagem Baseada em Projetos ou, em inglês, Project Based Learning, que aposta na construção de conhecimento por meio de um trabalho mais longo de investigação que responda a uma pergunta complexa, problema ou desafio do mundo real. A metodologia Project Based busca uma aplicação prática do conhecimento até chegar a um produto final ou a uma solução mais tangível.

“São os próprios alunos que buscam quais são os conhecimentos necessários para atingir seus objetivos, contando com a orientação do professor — portanto, um mesmo projeto pode chegar a resultados completamente diferentes em grupos distintos, podendo, inclusive, acrescentar aprendizados diferentes”, comenta Anderson.

As abordagens ativas são multidisciplinares, uma vez que conectam diversas áreas do conhecimento num único processo, tornando o aprendizado mais rico e efetivo, além de tornarem o fazer e o aprender inseparáveis, já que o aluno precisa focar em seus objetivos e buscar o conhecimento de forma pró ativa. Ele participa do processo de aprendizagem, desenvolvendo e testando técnicas para a produção do conhecimento, que serão utilizadas ao longo de toda a sua vida. Aprendem a fazer perguntas, investigar, discutir, colaborar, cooperar e tirar suas próprias conclusões.

“Cabe ao professor decidir quando optar por utilizar cada metodologia. Na SIS Brasília, adotamos as duas ao longo da jornada escolar. Vale ressaltar que ambas estão diretamente ligadas às habilidades do século XXI, tendo por objetivo desenvolver a autonomia, responsabilidade, curiosidade, resolução de problemas e comunicação interpessoal”, resume o diretor, afirmando que tê-las presentes no currículo traz benefícios concretos no aprendizado e faz mais sentido para os alunos de hoje, porque elas lhes dão a oportunidade de conectar o trabalho que fazem na Escola com o mundo em torno deles.

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