Consultas online aquecem mercado em época de coronavírus

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Juliana Dracz
Jornalista, fundadora e editora-chefe do A Brasília. Ama cachorros.


Empresa de aparelho auditivo do DF oferece opção de tele atendimento aos seus pacientes

A pandemia do novo coronavírus está refletindo em uma série de instâncias da sociedade, inclusive na medicina. E em meio a expansão da covid-19, consultas à distância e procedimentos da chamada telemedicina ganham força. A importância de manter o isolamento social gerou a necessidade de prestar assistências e consultas remotas para aqueles que precisam de algum atendimento clínico.

Neste momento, atendimentos médicos remotos são importante principalmente para idosos – grupo cujo o coronavírus é mais perigoso. Pensando nisso, a clínica de aparelhos auditivos ParaOuvir instruiu suas fonoaudiólogas a disponibilizarem esse serviço, uma vez que muitos de seus pacientes são da terceira idade. As especialistas em audiologia da clínica estão fazendo desde uma chamada telefônica para dar alguma orientação até chamadas de vídeo.

Os meios usados para esse atendimento são chamadas de vídeo por Whatsapp e Skype, além da ferramenta Zoom. Por exemplo, um paciente liga para a clínica e relata que o aparelho auditivo está mudo ou sem funcionar, aí é feito um checklist com várias opções que podem ser, como a pilha que acabou e o idoso não percebeu, ou o dispositivo não está bem encaixado no ouvido, ou ter cera obstruindo a saída do som. “Então, depois que identificamos o problema, trabalhamos para resolver”, explica a fonoaudióloga Érica Bacchetti.

Em casos de videochamadas, as profissionais demonstram o procedimento correspondente a necessidade do paciente, como, por exemplo, a forma correta de encaixar o aparelho ou como desentupir a ponta dele em casos de obstrução por cera. Já em ocorrências em que a pessoa não consegue fazer a vídeo chamada, a fonoaudióloga grava um vídeo com o que é preciso fazer e envia para ela.

Tele-entrega

A empresa oferece também serviço de tele-entrega de todos os dispositivos que os pacientes com perda auditiva precisam para continuar usando seus aparelhos, como pilhas ou alguma parte da prótese que foi danificada. “Tudo a fim de respeitar as recomendações de prevenção contra o covi-19 determinadas por órgãos competentes”, finaliza Érica.

Saiba mais em: https://www.paraouvir.com.br/

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