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Peça literária celebra centenário de Clarice Lispector no CCBB

Em março o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília está com uma programação imperdível! As atividades no Teatro estarão de volta, após o período de reforma, com o espetáculo “Vigiar e Punir” a partir do dia 21. Com adaptação do texto do filósofo Michel Foucault para o teatro de bonecos, a peça aborda os conceitos de punição e vigilância na sociedade contemporânea e tem direção de Giorgia Goldoni e Leonardo Garcia Gonçalves.

Nas galerias do CCBB, a exposição “50 anos de Realismo” apresenta, até o dia 28 de abril, impressionantes obras hiper-realistas desde pinturas e esculturas até modelos de realidade virtual. No cinema, as produções de Vera Chytilová vão enriquecer o mês das mulheres, trazendo ao conhecimento do público a Grande Dama do cinema tcheco, que nos anos 60 lutou contra o nazismo produzindo filmes que criticavam o contexto político-social da Tchecoslováquia na época. E ainda, em homenagem ao dia da mulher, a mostra terá meia entrada para mulheres

Até dia 10 de março, a mostra “Scorsese” exibe de maneira inédita no Brasil todos os 25 longas-metragens de ficção de Martin Scorsese, entre eles clássicos como: “Os Bons companheiros (1990) ”, “O Lobo de Wall Street (2013)” e “Os Infiltrados (2006)”, que deu ao diretor o Oscar de melhor direção. Além disso, acontecerão as visitas mediadas, oficinas e ações inclusivas nas atividades do Programa Educativo.

Exposição

50 Anos de Realismo – do Fotorrealismo à Realidade Virtual

A exposição, com cerca de 90 obras de 30 artistas, entre brasileiros e estrangeiros, tem como ponto inicial a realidade e sua representação através da pintura, da escultura e da realidade virtual nos últimos 50 anos. A proposta possui um caráter de ineditismo, pois o fenômeno da representação da realidade na arte contemporânea nunca foi tratado partindo do fotorrealismo, sendo este aprimorado no hiper-realismo, seguido da perspectiva de expansão futura da realidade virtual.

Serviços:

50 Anos de Realismo – do Fotorrealismo à Realidade Virtual
Até 28 de abril
Terça a domingo, das 9h às 21h

Galeria I

Entrada Franca mediante retirada de bilhete gratuito.

Classificação Indicativa: Livre

Cênicas

Vigiar e punir

O espetáculo mostra a evolução dos conceitos de punição e vigilância dentro da sociedade contemporânea. Por meio de bonecos inspirados em quadros de Goya e Bosch e com linguagem de bufão, o texto de Michel Foucault é retomado de forma poética, tateando o teatro pós-dramático. A peça evidencia, com humor sarcástico, como a sociedade de controle e vigilância de hoje desconstrói os desejos e impulsos naturais do indivíduo comum na busca de uma “normalização” silenciosa para amansá-lo. Direção e Elenco : Giorgia Goldoni e Leonardo Garcia Gonçalves.

Serviços:

Teatro

De 21 de março a 31 de março        
De quinta a domingo  (Quinta a sábado 20h, Domingo 19h)
Ingressos: R$ 30,00 (Inteira) e R$ 15,00 (Meia)
Classificação indicativa: 16 anos

Cinema

Scorsese

Pela primeira vez no Brasil Martin Scorsese ganha um panorama com os primeiros curtas, documentários, e todos os longas-metragens de ficção de sua carreira. A retrospectiva exibirá 33 produções entre documentários e todos os longas-metragens de ficção do diretor, desde o filme Quem Bate à Minha Porta? (1967), até O Lobo de Wall Street (2013), passando por clássicos como Taxi Driver (1976), primeira Palma de Ouro de Scorsese, Os Infiltrados (2006), que deu a Scorsese o Oscar de direção, e, ainda, raridades como Sexy e Marginal (1972) e Caminhos Perigosos (1973).

Serviços:

Até 10 de março de 2019

Cinema

Terça a domingo

Confira a programação completa e a classificação indicativa em culturabancodobrasil.com.br.

Vera Chytilová


Rebelde, feminista e crítica da sociedade contemporânea: esses são alguns adjetivos que descrevem a cineasta Vera Chytilová, a grande dama do cinema tcheco nos anos 60. Seu estilo era marcado por uma intensa militância contra o nazismo e tinha influência do Neo-Realismo Italiano e da Nouvelle Vague Francesa, movimento no qual estava inserida.  Misturando observações do dia-a-dia com alegorias surrealistas, a diretora produzia filmes permeados por discursos satíricos que criticavam o contexto político-social tcheco, marcado pelo fim da Segunda Guerra Mundial e da expansão soviética.  Até o fim de sua carreira, Vera lutou para produzir arte em um período de intensa censura e resistiu a imposições e rótulos. Quando questionada por jornais dizia: “Eu era ousada o suficiente para querer liberdade absoluta – mesmo se isso fosse um erro”.

Serviços:

De 12 a 31 de março

Cinema

Ingressos: R$ 5,00 (meia) e R$ 10,00 (inteira).

Confira a programação completa e a classificação indicativa em bb.com.br/cultura.

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